Manutenção

O MIV é executado com número de mão de obra capacitada e reduzida e com equipamentos específicos, que garantem eficiência e segurança nas intervenções. Além disso, o controle de plantas indesejáveis pelo MIV exige menor intervenção no longo prazo, uma vez que garante menor rebrota e, assim, mais economia para as empresas.

Comparada à metodologia da roçada tradicional (mecânica ou manual) é mais eficaz, sustentável e econômica com menor necessidade de manutenção a curto, médio e longo prazos. Reduzindo necessidade de manutenção da vegetação, acesso às estruturas, fiscalização, mitigação de riscos de incêndio, queda de galhos ou árvores inteiras e, ao longo dos anos, diminui o número de intervenções de manutenção por unidade de tempo.

Regulatórios

A metodologia aplicada é reconhecida pelo IBAMA e os herbicidas utilizados para o MIV são devidamente registrados junto aos órgãos federais competentes para essa finalidade.

O MIV também é aceito pelos órgãos estaduais de meio ambiente como sendo um processo mais interessante para a fauna e flora existentes.

O MIV utiliza técnicas seguras de aplicação dos produtos registrados de forma que os mesmos atinjam apenas as plantas alvo, proporcionando um desenvolvimento normal para a biota vizinha ao ponto de aplicação.

Recorrer ao MIV significa adotar práticas já estabelecidas há mais de 50 anos em países de alta tradição (EUA e Canadá), em Regulação e Manutenção do Meio Ambiente.

Econômicos

O MIV permitirá que o tempo de reentrada na área para manutenção da vegetação alvo torne-se cada vez mais espaçado, situação observada já a partir da primeira intervenção e aumentando o período ao longo das reincidências, reduzindo o número de intervenções por unidade de tempo.

Nesta economia soma-se a redução de gasto com reparo devido a acidentes com queda de galhos ou árvores inteiras.
Outro benefício deste sistema é que a manutenção de uma vegetação de menor porte nestas áreas, permite um acesso mais fácil da equipe de manutenção de instalações, facilitando seu trabalho e reduzindo o tempo gasto em cada reparo da estrutura.

Por último, a redução de esforço com contratação de serviços por parte da área de suprimentos, com o espaçamento das intervenções e aumento dos prazos das contratações.

Ambientais

O MIV é uma técnica baseado prioritariamente em conceitos de proteção ambiental, tendo como objetivo controlar as plantas indesejáveis nas áreas próximas a estruturas de utilidade pública, preservando a vegetação nativa e a biodiversidade.

O principal benefício ambiental é o desenvolvimento de uma vegetação estável, com alta diversidade botânica e, consequentemente animal, que funcione como um corredor ecológico entre os segmentos de vegetação nativa cortados. A eliminação da poda manual ou mecânica com frequência também pode trazer benefícios pela redução da emissão de gazes de efeito estufa produzidos pela degradação da matéria orgânica do solo. Ao manter a vegetação que não traz interferências negativas para a operação e manutenção da infraestrutura existente, o solo fica menos exposto e, consequentemente, há menor emissão de gases do efeito estufa.

Ao eliminar plantas de alto porte, permite maior entrada de luz no solo, estimulando o desenvolvimento de uma vegetação herbácea e arbustiva de pequeno porte. Esta comunidade vegetal de pequeno porte, normalmente constituída por diversas espécies, apresenta a função ecológica de abrigo e alimentação para diversos animais da fauna local.

Sociais

O MIV deixar o solo menos exposto e ainda evita que a água evapore e, entre outros benefícios, mantém na terra todos os nutrientes importantes, proporcionando a preservação de mananciais e APP’s próximas.

A manutenção da vegetação estabilizada também evita a ocorrência de erosão hídrica e eólica nestes locais, evitando assim a contaminação de estuários e corpos hídricos. Reduz a compactação do solo, formação de sulcos e a fragmentação de ambientes florestais em comparação com o método convencional de roçada, largamente utilizado para o controle da vegetação.

O MIV permite heterogeneidade espacial que favorece a biodiversidade, criando inclusive nichos e hábitats inéditos para forrageamento, proteção e reprodução.

É uma metodologia segura em sua aplicação e compatível com os equipamentos de EPI’s e EPC’s já existentes no mercado.